Uma carteira · três mandatos
A carteira da família
Todas as contas da família, avaliadas juntas por uma mesma regra numa mesma data e medidas contra o CDI.
Outubro parcial, até 19 out: +2,34%°. Não entra em nenhum número acima.
Retornos até 30 de setembro de 2026, a última avaliação de fim de mês, em reais, antes do imposto de renda dos titulares · histórico anterior aos mandatos de 2 de novembro de 2026 · ° mês estimado: um aporte grande chegou num dia sem avaliação · rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura. Como medimos →
Retorno
Contra o CDI
- A carteira da família
- CDI
- mês estimado
- Aponte para o gráfico para ver cada mês
A carteira da família +5,01%CDI +4,59%Diferença +0,42 p.p.
| Data | A carteira da família, acumulado | CDI, acumulado |
|---|---|---|
| 31 mai 2026 | 0,00% | 0,00% |
| 30 jun 2026° | −1,34% | +1,12% |
| 31 jul 2026° | +1,21% | +2,35% |
| 31 ago 2026° | +2,17% | +3,47% |
| 21 set 2026 | +3,71% | +4,22% |
| 30 set 2026 | +5,01% | +4,59% |
Crescimento desde 31 mai 2026, em %, até 30 set 2026.
Mês a mês
Em alta em 3 de 4 meses
| Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez | Ano | CDI | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026até set | −1,34° | +2,59° | +0,95° | +2,78 | +2,34°até 19 out | +5,01 | +4,59 |
2026 (até set)+5,01% · CDI +4,59%
% ao mês. ° Estimado: um aporte ou resgate grande chegou num dia sem avaliação, e o mês o conta a partir do dia em que chegou. Hachurado: o mês parcial, fora do ano.
Posições · em 19 out 2026
Onde ela investe
Renda fixa19 ativos63,67%+1,59%desde a compra
- LCIs e LCAs3 ativos35,55%+0,37%
- CDBs7 ativos14,28%+1,78%
- Fundos de renda fixa e crédito5 ativos11,59%+4,30%
- Debêntures2 ativos1,62%+4,25%
- CRIs2 ativos0,64%+13,06%
Ações brasileiras22 ativos14,28%+3,31%desde a compra
- Ações brasileiras22 ativos14,28%+3,31%
Alternativos5 ativos6,52%+5,62%desde a compra
- Fundos multimercado e de infraestrutura2 ativos4,93%+3,94%
- Fundos alternativos listados2 ativos1,40%+7,53%
- COEs1 ativo0,19%+48,17%
- Outros alternativos0 ativos0,00%—
Títulos públicos5 ativos6,32%+1,93%desde a compra
- Tesouro IPCA+ (NTN-B)2 ativos4,03%+1,19%
- Tesouro prefixado com juros semestrais (NTN-F)2 ativos1,32%+2,16%
- Tesouro prefixado (LTN)1 ativo0,97%+4,80%
Cripto5 ativos3,40%−24,47%desde a compra
- Criptomoedas5 ativos3,40%−24,47%
Fundos imobiliários10 ativos2,59%−4,42%desde a compra, em 9 de 10
- Fundos imobiliários (FIIs)10 ativos2,59%−4,42%em 9 de 10
Caixa5 ativos2,16%—
- Caixa e compromissada5 ativos2,16%—
Ações internacionais2 ativos1,05%+16,89%desde a compra
- Ações americanas via BDRs2 ativos1,05%+16,89%
Pesos no valor da carteira na avaliação mais recente, 19 de outubro de 2026. O ganho desde a compra é quanto os ativos valem frente ao que se pagou por eles, antes dos proventos que pagaram; não é uma rentabilidade. Abra uma classe para ver seus nichos.
Risco
Quanto oscila
Curto demais para a volatilidade e o índice de Sharpe: eles precisam de 12 retornos mensais e chegam com os números de maio de 2027 se todo mês fechar. Maior queda até agora −1,34%, mai 2026 → jun 2026.
Distância abaixo do pico anterior
A partir de 2 de novembro de 2026
Três mandatos
A partir de 2 de novembro de 2026 a carteira opera em três mandatos, cada um com a sua política de investimentos escrita, a sua meta e os seus limites de perda. A política de alocação da família define quanto vai para cada um.
Macro
45%da carteira · faixa de 40% a 50%
CDI + 3,0% ao ano em janelas móveis de 36 meses
Referência: 57% prefixado de cinco anos, 39% S&P 500 com hedge para o real, 4% CDI
A curva de juros brasileira e ações globais com hedge para o real, com uma camada tática em juros, moedas, ouro, bitcoin e índice. Cada posição é dimensionada pelo que acrescenta ao risco da carteira.
Limites de perda: revisão numa queda de 7,5% a partir do pico, menos risco em 12,5%, teto de 20%; no máximo 30% em moeda sem hedge
Ações
10%da carteira · faixa de 5% a 15%
1,0 ponto ao ano acima do seu benchmark em janelas móveis de 36 meses
Referência: 85% Ibovespa, 15% CDI
Ações listadas na B3, detidas diretamente e escolhidas empresa a empresa, com viés comprado; futuro de índice só para ajustar a exposição ao mercado e opções só para proteger. As ações do exterior ficam no Macro.
Limites de perda: revisão numa queda de 15% a partir do pico, menos risco em 22,5%, teto de 30%; exposição líquida de 70% a 100%, no máximo 30% vendido
Crédito
45%da carteira · faixa de 40% a 50%
CDI + 1,75% ao ano em janelas móveis de 36 meses
Referência: o CDI
Fundos de crédito listados (recebíveis imobiliários, de infraestrutura e do agronegócio) e crédito privado de alta qualidade detido diretamente: debêntures, títulos bancários e cotas seniores de FIDC. Análise de crédito de Alexandre Vallim.
Limites de perda: revisão numa queda de 7% a partir do pico, menos risco em 10%, teto de 15%; no máximo 5% num mesmo grupo econômico
A carteira caminha para estes pesos a partir de 2 de novembro de 2026 com dinheiro novo, cupons e vencimentos; nenhum título levado a vencimento é vendido para chegar lá, e por isso, até lá, um mandato fora da sua faixa está a caminho, não em desenquadramento.
Política
As regras a partir de 2 de novembro de 2026
- Mandatos: Macro 45%, Ações 10% e Crédito 45% a partir de 2 de novembro de 2026, cada um dentro da sua faixa (Como investimos).
- Metas: Macro CDI + 3,0% ao ano; Ações 1,0 ponto ao ano acima de 85% Ibovespa e 15% CDI; Crédito CDI + 1,75% ao ano; cada uma em 36 meses. Metas, não promessas.
- Limites de perda: um por mandato, cada um com revisão por escrito, corte de risco e teto; nunca a venda forçada de um título levado a vencimento.
- Sem alavancagem: o que a carteira detém nunca passa do que ela vale.